Disfunção Erétil

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A disfunção erétil, também conhecida como impotência sexual, é a incapacidade de obter ou manter uma ereção peniana que permita um homem a ter relações sexuais. Estima-se que 50% dos homens acima de 40 anos apresentem essa disfunção, podendo ser dividida em psicogênica, orgânica ou ainda a combinação das duas. O primeiro grupo está ligado aos fatores psicológicos; uma simples insegurança relacionada ao desempenho sexual, depressão, ansiedade etc. podem levar ao problema. O segundo grupo abrange as causas físicas, como alterações hormonais, tabagismo, diabetes, hipertensão arterial, uso de medicamentos ou drogas.

O último estudo epidêmico de disfunção erétil brasileiro, realizado em 2006, entrevistou 5751 homens com mais de 40 anos provenientes de 18 capitais e do Distrito Federal. Como resultado, 43,6% da amostra apresentava o problema. Embora seja evidente o aumento dos casos com a idade, a questão não é uma consequência inevitável do envelhecimento.
O primeiro passo para a avaliação da disfunção erétil é o método clínico. Após apresentação da queixa, o médico deve investigar o histórico sexual do paciente e de sua/seu parceira(o), bem como preferências sexuais, ansiedade quanto ao desempenho sexual, repertório sexual, atração pela(o) parceira(o), conflito no relacionamento, entre outros. A isso, deve-se seguir o rastreamento dos fatores de risco e recomendar o melhor tratamento.
Um médico capacitado deve avaliar quais são as causas da disfunção erétil e indicar as opções de tratamento adequadas. Este tipo de problema tem cura. Remédios altamente eficientes já existem no mercado para ajudar o paciente a recuperar a confiança e a satisfação de uma vida sexual saudável. O homem precisa ser avaliado individualmente para a melhor escolha de seu tratamento. Só o médico especialista pode orientar a solução para o caso.

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